O acordo provisório entre Mercosul e União Europeia: imperfeito, mas muito promissor

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Ganhos, riscos e decisões que o Brasil precisará tomar após o avanço do acordo Após 26 anos de negociações, o acordo Mercosul–União Europeia finalmente avançou para um entendimento político no início de 2026. Ainda não é um acordo plenamente implementado, mas é, sem exagero, um dos movimentos econômicos mais relevantes para o Brasil desde o Plano Real. … Ler mais

Enfrentar a economia global de 2026 em um mundo mais restritivo

Como enfrentar a economia global de 2026 em um mundo mais restritivo: caminhos realistas para Estados, empresas e indivíduos após o fim do crescimento fácil. Introdução — o diagnóstico já foi feito, agora vem a estratégia No artigo anterior, analisamos o panorama econômico global em 2025 e mostramos como o mundo entrou em uma fase … Ler mais

Panorama econômico global em 2025 e os impactos para 2026

Crescimento mais lento, Estados mais endividados e riscos financeiros em um mundo menos permissivo

Introdução — quando o excepcional vira passado

Durante muitos anos, a economia mundial pareceu operar com certa folga. Países cresceram com juros baixos, crédito abundante, comércio internacional em expansão e uma população economicamente ativa crescente. Mesmo governos pouco organizados ou ineficientes conseguiam avançar sem enfrentar grandes restrições.

Esse ambiente, porém, não era normal — era excepcional. E chegou ao fim.

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O brasileiro trabalha muito e continua pobre: para onde vai o dinheiro?

O brasileiro trabalha muitas horas, paga impostos elevados e ainda assim continua pobre. Entenda como Estado caro, impostos e baixa produtividade explicam isso.

Introdução: muito esforço, pouco retorno

O brasileiro trabalha muito e continua pobre. Acorda cedo, enfrenta longas jornadas, paga impostos elevados e, mesmo assim, sente que o dinheiro nunca sobra.

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Breve história econômica da Venezuela

Petróleo, Estado rentista e o colapso econômico mais profundo da América Latina em tempos de paz

Introdução

Imagem gerada por inteligência artificial

Poucos países ilustram de forma tão clara os dilemas do desenvolvimento econômico quanto a Venezuela. Detentora das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, o país figurou, durante boa parte do século XX, entre as economias mais ricas da América Latina em termos de renda per capita. Ainda assim, entrou no século XXI como um dos casos mais profundos de colapso econômico já registrados fora de contextos de guerra.

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Mercado e civilização: o mercado como invenção civilizacional

Da barbárie à cooperação: por que o mercado é fruto da ordem política Introdução Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial O mercado costuma ser tratado como um simples mecanismo econômico: um espaço de trocas, preços e incentivos. Essa leitura, embora correta em parte, ignora uma dimensão mais profunda do fenômeno. Historicamente, o mercado não surge … Ler mais

Crescimento econômico: por que crescer infinitamente gera perdas

Uma lição básica de matemática que o discurso do crescimento infinito insiste em ignorar 
Introdução

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial

O crescimento econômico é frequentemente tratado como um objetivo absoluto. Governos, empresas e organizações são avaliados pela sua capacidade de crescer continuamente. No entanto, a história econômica mostra que crescer mais nem sempre significa ganhar mais — e, em muitos casos, o crescimento excessivo gera custos invisíveis que reduzem eficiência, poder de decisão e sustentabilidade.

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O mito do mercado sem Estado

Por que mercados dependem de instituições políticas

Introdução

Crédito da imagem principal: Etienne Martin (Unsplash)

É comum ouvir que o mercado é uma força natural, espontânea, que surge da livre troca entre indivíduos, enquanto o Estado aparece depois, como uma interferência externa que regula, tributa ou distorce esse processo. Essa narrativa é atraente, simples e amplamente difundida — mas é historicamente falsa.

Ao longo da história, não há mercado funcional sem Estado — assim como não há Estado minimamente estável sem algum tipo de mercado. A relação entre ambos não é de oposição absoluta, mas de interdependência estrutural. Onde essa relação é mal compreendida, surgem mitos econômicos que dificultam a compreensão do desenvolvimento, da prosperidade e do fracasso das sociedades.

Este artigo parte de uma tese central: o mercado não nasce sozinho. Antes da troca contínua, previsível e expansível, existe sempre uma estrutura política capaz de garantir regras, confiança e estabilidade.

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