Como um fenômeno no Pacífico pode afetar a inflação, a energia e a economia brasileira nos próximos meses
Em maio de 2024, moradores do Rio Grande do Sul assistiram a água subir de um jeito que nunca tinham visto. Ruas viraram rios. Casas desapareceram. Mais de 150 pessoas morreram. Centenas de milhares perderam tudo. E o custo econômico — em infraestrutura destruída, produção paralisada, vidas interrompidas — ultrapassou dezenas de bilhões de reais.
Aquilo não foi azar.
Foi El Niño.
E agora ele está voltando.